sexta-feira, 19 de maio de 2017

Não há mal que sempre dure

Não há mal que sempre dure, é uma daquelas expressões que eu farto-me de usar porque acredito mesmo nela!!
Muito sinceramente o que me fez escolher este livro foi mesmo o título, até porque foge um pouquinho daquilo que realmente gosto de ler.
Li o rapidamente, pois o livro está muito bem conseguido, quando digo que está bem conseguido é no sentido de me conseguir tele-transportar para a história e deixar-me furiosa com tantos acontecimentos cruéis.
Em relação à história em si, digamos que a Maria ficou ludibriada pela embalagem, porque quando o conteúdo foi verdadeiramente revelado a decepção foi terrível.

“Ela desejava drogar-se nele, viciar-se nele.
Ele sabia do poder que sobre ela exercia, servindo-lhe, cada dia, mais cuidados.”

Muito sinceramente o que mais gostei neste livro foram os nomes das personagens, nomes altamente criativos, Marcela, Propércio, Ptolomeu, Príamo, Plutarco, Petrónio, e de no final ver que realmente não há mal que sempre dure!

Aproveitem estes dias mais longos para lerem o livro, viverem a história e chegarem MESMO à conclusão que não há mal que sempre dure! ;)





























Obrigada Chiado Editora!

Beijocas,
Sandra

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