quinta-feira, 16 de março de 2017

de tudo o que peço à vida*

Não peço para ser sempre forte, peço para ter sempre ao meu lado uma mão que me segura.
Não peço para ter muitos planos, peço para não ter medo de errar, para não ter medo de falhar, para não ter medo de recomeçar.
Não peço uma vida perfeita, peço para me lembrar sempre da oração da serenidade (coragem para mudar as coisas que posso mudar, serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar e sabedoria para distinguir umas das outras).
Não peço que tudo bata certo, peço para não perder muito tempo com o que não corre bem e para me lembrar que, às vezes, não ter nada  nas mãos, é ter o mundo inteiro para ganhar.  
Levo vestida no coração uma capa impermeável. Uso-a para dias cinzentos, para pessoas tóxicas, para energias negativas, e para tudo o que não me acrescenta nada.
Sei que não vou conseguir usá-la sempre, mas prometo tentar todos os dias. 
Há uma certeza reconfortante que me faz entrar em cada ano novo com o coração leve: tenho tudo o que me é essencial.
Ouço todos os dias ‘‘gosto tanto de ti’’, recebo todos os dias abraços que são a minha casa, volto todos os dias para um lugar quentinho e de paz, para as minhas pessoas-sol. 
É por isso que sou feliz, todos os dias.

e é por isso que agradeço tanto, todos os dias. - -
Estas palavras poderiam ser todas minhas, pois identifico-me com cada uma, mas são da querida Sofia  de Castro Fernandes do ás nove no meu blog

Beijocas,
Sandra

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