sexta-feira, 26 de maio de 2017

Grená - Pico do Ferro

A falta de dinheiro o tempo e toda a logística que implica uma viagem, faz com que não possamos viajar tanto quanto gostaríamos.
Sair, conhecer, recarregar baterias, enriquecer espiritualmente e culturalmente ou então descansar ao máximo é do melhor que se pode fazer, acredito que se pudéssemos viajaríamos muito mais vezes do que o fazemos actualmente.
Como resolver essa situação, não podemos entrar em depressão por não sair, por não ter o dinheiro, não podemos estagnar o nosso nível de conhecimento a nossa cultura, então sugiro que saiamos em busca do que temos e ser tele-transportados para outra realidade.
Este fim-de-semana foi mesmo isso que me aconteceu ao fazer o trilho da Grená, o dia estava maravilhoso o que fez com que as cores da natureza ficassem ainda mais vivas, o ar puro a paz e a tranquilidade acalmaram-me a alma, e a casa da Grená fascinou-me apesar de estar em ruínas podemos ver ainda a arquitectura as divisões os quartos amplos com um pé direito alto, aquela lareira… bem deve ter sido uma casa incrível, fiquei ali a tentar imaginar a felicidade que lá houve as festas o glamour as tardes e noites de verão no meio da natureza, os invernos rigorosos em que o vento e a chuva batiam na janela enquanto ao redor da lareira as pessoas aqueciam se, contavam historias, relaxavam ou liam… divaguei muito e fiquei com curiosidade de saber um pouquinho da historia daquela casa, parece que este palacete abandonado já terá sido uma das propriedades mais bonitas das Furnas. A sua construção teve início no século XIX por um turista inglês que adquiriu todos os terrenos à volta para a construção de uma casa de Verão.
Em 1987 foi adquirido pelo Estado Português mas por vários motivos que desconheço, acabou por cair em esquecimento e abandono. Tenho imensa pena que se encontre neste estado pois acho a casa espectacular.
Em relação ao trilho fantástico, mas os dois momentos altos foram sem dúvida a cascata e a casa da Grená. Espero que possam ter oportunidade de o fazer na íntegra para se reencontrarem ao sabor do melhor que a natureza tem!

Partilho convosco um pouco do que vi!































Todas as informações sobre o trilho aqui 

Beijocas,
Sandra 

Janela do Inferno - Rota da Água

O tempo está inconstante, ao contrário dos nossos caríssimos colegas de Portugal Continental, nós, cá nas ilhas temos sido abençoados com chuva da grossa vento forte e algum frio!
Mas vamos com calma, porque até que não temos assim muita razão de queixa e São Pedro tem sido piedoso, ao fim de semana tem mandado um solinho, e nada melhor do que aproveitar esse solinho maravilhoso para ir fazer um trilho e descobrir um pouquinho mais da nossa mítica ilha!
O último foi o da Rota da Água – Janela do Inferno, gostei das paisagens da janela em si, mas na minha opinião a principal característica, aquela que marca mesmo a diferença e o distingue dos outros trilhos foi, sem dúvida, os túneis, foi mesmo tão giro, excepto a parte de malhar com a cabeça, e a lanterna do telemóvel foi mesmo imprescindível!
Durante o trilho para além da paisagem e dos túneis passamos por levadas de água, tubagens antigas de barro, pontes e aquedutos, e toda uma variedade de recursos afetos à atividade dos agueiros que, no concelho da Lagoa, têm, desde há muito, uma forte implementação.
Todas as informações importantes sobre este trilho estão aqui!
Agora deixo-vos com as imagens para vos aguçar a curiosidade!















Beijocas,
Sandra

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Não há mal que sempre dure

Não há mal que sempre dure, é uma daquelas expressões que eu farto-me de usar porque acredito mesmo nela!!
Muito sinceramente o que me fez escolher este livro foi mesmo o título, até porque foge um pouquinho daquilo que realmente gosto de ler.
Li o rapidamente, pois o livro está muito bem conseguido, quando digo que está bem conseguido é no sentido de me conseguir tele-transportar para a história e deixar-me furiosa com tantos acontecimentos cruéis.
Em relação à história em si, digamos que a Maria ficou ludibriada pela embalagem, porque quando o conteúdo foi verdadeiramente revelado a decepção foi terrível.

“Ela desejava drogar-se nele, viciar-se nele.
Ele sabia do poder que sobre ela exercia, servindo-lhe, cada dia, mais cuidados.”

Muito sinceramente o que mais gostei neste livro foram os nomes das personagens, nomes altamente criativos, Marcela, Propércio, Ptolomeu, Príamo, Plutarco, Petrónio, e de no final ver que realmente não há mal que sempre dure!

Aproveitem estes dias mais longos para lerem o livro, viverem a história e chegarem MESMO à conclusão que não há mal que sempre dure! ;)





























Obrigada Chiado Editora!

Beijocas,
Sandra

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Ensaio sobre a Mente Humana



  

É muito complicado falar sobre este livro, Ensaio sobre a Mente Humana, não é um livro cómico, romance, ficção, drama ou aventura.
É um livro sobre nós, sim sobre mim, sobre ti, sobre todos nós. São conversas entre o nosso Eu e aquele Eu mais profundo que temos, aquele a quem dá-mos o nome de consciência, de mente de pensamento. será um livro em que irei ter sempre por perto, porque sei que existirá muitos momentos em que irei ler e reler umas vezes para me lembrar, outras para interiorizar e outras simplesmente porque apeteceu.
Obrigada Chiado Editora por mais esta descoberta!



Beijocas,
Sandra